Espaço publicitário — Leaderboard
Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1. O Programa Nacional de Triagem Neonatal (PNTN), popularmente conhe...
%2Fi.s3.glbimg.com%2Fv1%2FAUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a%2Finternal_photos%2Fbs%2F2025%2FZ%2FV%2F2Tq1UATLmM8j5m3OgolA%2Fimage-29-.png&w=3840&q=75)
Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1.
O Programa Nacional de Triagem Neonatal (PNTN), popularmente conhecido como teste do pezinho, completa 25 anos neste sábado (6). O exame é fundamental para a identificação precoce de diversas condições, visando prevenir alterações no desenvolvimento físico e mental de recém-nascidos.
A coleta é realizada por meio de um pequeno furo no calcanhar do bebê, idealmente entre 48 horas e cinco dias após o parto. O teste serve como um indicador de suspeitas de doenças raras, permitindo que a criança seja encaminhada para exames confirmatórios e tratamentos especializados.
Atualmente, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece a versão básica da triagem, que detecta sete doenças com tratamento disponível no país. Já a versão ampliada, comum em laboratórios privados, consegue identificar mais de 50 condições diferentes.
Apesar da Lei nº 14.154/2021 prever a expansão do teste no SUS para mais de 50 doenças, a implementação avança lentamente. A falta de prazos definidos para estados e municípios, somada à necessidade de alinhamento da rede de médicos especialistas, são os principais desafios para a universalização do acesso.