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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por CNN Brasil. Uma criança de oito anos morreu em Ruston, no norte da Lou...
Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por CNN Brasil.
Uma criança de oito anos morreu em Ruston, no norte da Louisiana (EUA), após contrair uma infecção provocada pela Naegleria fowleri, conhecida como "ameba comedora de cérebro", enquanto nadava em um lago próximo à sua residência.
O micro-organismo, que habita águas doces e quentes, infiltra-se no organismo exclusivamente pelas vias nasais. Uma vez no cérebro, a ameba causa a meningoencefalite amebiana primária (MAP), uma infecção neurológica destrutiva com taxa de letalidade próxima a 100%.
O contágio ocorre durante atividades recreativas, como mergulhos, quando a água entra sob pressão pelo nariz. É importante ressaltar que a ameba não é transmitida entre pessoas nem causa infecção se for ingerida pela boca.
A progressão da doença é rápida, evoluindo de sintomas iniciais comuns para rigidez na nuca, confusão mental, alucinações e inchaço cerebral grave. Historicamente, a contaminação é rara, com 180 casos registrados nos EUA entre 1937 e 2025.
Pesquisas científicas indicam que as mudanças climáticas estão elevando a temperatura de corpos d'água em regiões ao norte, expandindo a distribuição geográfica da ameba e aumentando a zona de risco para banhistas em águas doces naturais.