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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por CNN Brasil. O craque argentino Lionel Messi enfrentou na infância a de...
Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por CNN Brasil.
O craque argentino Lionel Messi enfrentou na infância a deficiência do hormônio do crescimento (GHD), condição rara que poderia ter interrompido sua trajetória esportiva. Diagnosticado aos 11 anos, o atleta apresentava baixa estatura e, sem a intervenção médica, a estimativa era de que atingisse, no máximo, 1,40 metro de altura.
O tratamento consistia em aplicações diárias de hormônio sintético, com um custo mensal de aproximadamente US$ 1.500. Devido às limitações financeiras de sua família, a continuidade da terapia ficou ameaçada, apesar de auxílios temporários recebidos do clube Newell's Old Boys.
A solução definitiva ocorreu aos 13 anos, quando Messi realizou testes no Barcelona. O clube espanhol firmou um acordo para assumir integralmente os custos do tratamento médico em troca da transferência do jovem para suas categorias de base, permitindo que ele atingisse a altura de 1,70 metro na fase adulta.
Embora a substância seja proibida por regras antidoping, o uso por Messi foi legalizado via Isenção para Uso Terapêutico (TUE). O mecanismo, previsto pelo Código Mundial Antidoping, autoriza o uso de medicamentos indispensáveis para tratar condições de saúde comprovadas, desde que apenas restabeleçam funções fisiológicas normais sem gerar vantagem competitiva.