Espaço publicitário — Leaderboard
Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por CNN Brasil. Uso frequente e baixa percepção críticaUma pesquisa do pro...
Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por CNN Brasil.
Uma pesquisa do projeto Brief, realizada com 2.483 brasileiros, revela que 58,4% dos usuários utilizam ferramentas de inteligência artificial (IA) com alta frequência. As atividades mais comuns incluem a resolução de dúvidas cotidianas (56,8%), estudos e pesquisas (54%) e a criação de imagens ou vídeos (44%).
Apesar da popularidade, o estudo aponta uma grave dificuldade em diferenciar conteúdos sintéticos de reais. Em um teste com um deepfake do presidente Lula, apenas 39,5% dos participantes identificaram a manipulação, enquanto 37,7% acreditaram que o conteúdo era original.
O fenômeno gera um efeito reverso de desconfiança, onde 33,9% dos entrevistados classificaram vídeos autênticos como sendo gerados por IA. Diante desse cenário, 88,3% dos respondentes apoiam a criação de limites legais para o uso da tecnologia, especialmente em contextos políticos e em anos eleitorais.
A vulnerabilidade varia significativamente conforme a idade. Jovens de 18 a 29 anos apresentaram a maior taxa de acerto na identificação (58,2%), enquanto pessoas acima de 61 anos foram o grupo mais vulnerável, com apenas 20,9% de acertos e 47% de crença em vídeos artificiais.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/H/t/KtibQtSrWCrv7rcwio1Q/fotojet-2026-04-23t130506.060-1-.jpg)