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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1. Restrição de hidratação gera polêmicaA Fifa alterou recentemente s...
Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1.
A Fifa alterou recentemente sua política de segurança para a Copa do Mundo de 2026, proibindo a entrada de garrafas reutilizáveis, copos e latas nos estádios dos Estados Unidos, Canadá e México. A entidade justifica a medida como uma forma de reduzir o risco de ferimentos causados por objetos arremessados por torcedores.
Especialistas em calor, como o professor Ollie Jay, da Universidade de Sydney, alertam que a decisão amplia a probabilidade de incidentes de saúde relacionados a altas temperaturas. Cientistas já haviam advertido a Fifa que as temperaturas em 14 das 16 cidades-sede devem ultrapassar níveis perigosos, tornando as medidas de segurança térmica insuficientes.
O alerta enfatiza que o público geral, incluindo crianças e idosos, possui menor resiliência ao calor do que os atletas profissionais. Segundo os pesquisadores, o estresse térmico acumulado durante o deslocamento até as arenas pode levar os torcedores a chegarem aos jogos já em estado de desidratação.
Em resposta, a Fifa afirmou que trabalha com autoridades locais para implementar estações de nebulização, ventiladores e pontos de hidratação no perímetro dos estádios, garantindo que a água vendida internamente não terá preços abusivos. A medida, no entanto, é criticada por grupos de torcedores, que alegam a quebra de garantias anteriores sobre a disponibilidade de água gratuita.