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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por CNN Brasil. A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) aprovou o ín...
Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por CNN Brasil.
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) aprovou o índice máximo de 5,11% para o reajuste anual dos planos de saúde de assistência médica individuais e familiares. Este é o menor percentual já definido pela agência, com exceção do reajuste negativo ocorrido em 2021 devido à pandemia.
A medida impacta cerca de 7,7 milhões de beneficiários, o que representa 14,5% dos 52,9 milhões de consumidores de planos de saúde no Brasil. O teto é válido para contratos regulamentados firmados a partir de 1º de janeiro de 1999 ou adaptados à Lei n.º 9.656/1998.
A aplicação do reajuste deve ocorrer no mês de aniversário do contrato. Para planos com aniversário em maio e junho, a cobrança poderá iniciar em julho ou agosto, de forma retroativa. A ANS orienta que os consumidores monitorem seus boletos para garantir que o percentual aplicado não ultrapasse o limite de 5,11%.
Em contrapartida, a Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge) afirmou que o índice não acompanha a variação dos custos médico-hospitalares e a incorporação tecnológica. A entidade alerta que o valor pode comprometer a sustentabilidade do sistema, especialmente para operadoras de pequeno e médio porte.