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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1. O GHK-Cu, um peptídeo natural composto por aminoácidos e cobre pre...
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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1.
O GHK-Cu, um peptídeo natural composto por aminoácidos e cobre presente no plasma humano, tem despertado interesse em fóruns de longevidade e estética por suas propriedades de regeneração tecidual e modulação genética. A substância é estudada por sua capacidade de estimular a produção de colágeno e auxiliar na cicatrização da pele.
Na dermatologia, o ativo é amplamente utilizado em formulações tópicas, como séruns e cremes. Estudos clínicos indicam que a aplicação externa do peptídeo promove a melhora da firmeza, elasticidade e textura da pele, além de reduzir rugas e linhas finas, sendo eficaz no combate aos sinais de fotoenvelhecimento.
Apesar do sucesso tópico, especialistas alertam que a versão injetável do GHK-Cu não é aprovada para uso humano no Brasil nem nos Estados Unidos. A comercialização irregular em marketplaces, frequentemente disfarçada como "produto para pesquisa laboratorial", gera preocupação médica devido à falta de controle sobre a composição, esterilidade e pureza da substância.
Médicos advertem que a aplicação injetável sem respaldo científico pode acarretar graves problemas de saúde, incluindo infecções, abscessos, necrose, reações alérgicas e danos hepáticos. Diferente do cosmético, a via injetável é uma intervenção médica que exige rigoroso controle sanitário e comprovação de segurança.
A Anvisa informou que o GHK-Cu e outros peptídeos semelhantes não possuem registro como medicamentos ou cosméticos injetáveis na agência. A autoridade sanitária reforça que a venda de produtos terapêuticos não regularizados é considerada crime pelo Código Penal e representa um risco grave ao consumidor.