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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1. Violentas enchentes no Nepal resultaram em mais de 900 mortos e de...
Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1.
Violentas enchentes no Nepal resultaram em mais de 900 mortos e deixaram cerca de 4,8 mil pessoas desaparecidas. O desastre, considerado o mais mortal do país desde o terremoto de 2015, devastou cidades inteiras e usinas hidrelétricas, especialmente em áreas próximas à fronteira com a China.
As operações de resgate, que já entram no sexto dia, concentram-se na tentativa de salvar centenas de trabalhadores presos em túneis de usinas hidrelétricas soterradas por lama. Após hesitação inicial, o governo solicitou a ajuda de especialistas da China e da Índia para conduzir os resgates e exames forenses.
A crise coloca à prova o governo do primeiro-ministro Balendra Shah, de 36 anos, cuja gestão é marcada pela inexperiência e por protestos anticorrupção da Geração Z. Críticos e autoridades locais apontam falhas na coordenação, alegando que a centralização das ações pelo governo federal e a demora em aceitar auxílio internacional comprometeram dias cruciais.
Apesar das críticas, o governo defende a priorização do salvamento de vidas e destaca a eficiência dos resgates por helicóptero. Até o momento, a gestão de Shah conseguiu arrecadar mais de 5 bilhões de rúpias nepalesas (aproximadamente R$ 179 milhões) por meio de fundos públicos para auxiliar as vítimas.