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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1. Balanço de mortos e desaparecidosSeis dias após avalanches e inund...
Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1.
Seis dias após avalanches e inundações devastarem o Nepal e o Tibete, o número de mortos no Nepal já supera 900 vítimas. A Autoridade Nacional para a Redução e Gestão de Risco de Desastres reportou que a cifra de desaparecidos saltou de 2.502 para 3.925 pessoas nesta segunda-feira (31/8).
A tragédia atingiu severamente a indústria hidrelétrica da região, devastando cerca de 13 projetos ao longo dos rios Bhote Koshi e Trishuli, no distrito de Rasuwa. Entre os desaparecidos, estão 639 trabalhadores, muitos dos quais são suspeitos de estarem presos em túneis de adução, com destaque para a usina Trishuli-3A, que possui um corredor de mais de 4 km de extensão.
Para as operações de busca, o governo nepalês mobilizou soldados, policiais e a defesa civil, utilizando drones, cães treinados, maquinaria pesada e explosões controladas. O esforço de resgate conta agora com o apoio técnico de especialistas da China, Índia e Coreia do Sul para tentar localizar sobreviventes nos túneis subterrâneos.
Embora 279 trabalhadores tenham sido resgatados entre sexta e sábado, familiares dos desaparecidos manifestam frustração com a lentidão das operações. A região de Rasuwa, marcada por forte investimento de capital chinês, tornou-se um polo de projetos hidrelétricos na última década devido ao fluxo dos rios do Himalaia, atraindo milhares de trabalhadores de todo o país.