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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por CNN Brasil. A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condeno...
Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por CNN Brasil.
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou, por unanimidade, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro pelo crime de coação no curso do processo. A pena foi fixada em 4 anos e 2 meses de prisão, a ser cumprida em regime semiaberto, além de multa de 50 dias, equivalente a dois salários-mínimos diários.
A Corte concluiu que o parlamentar atuou junto a autoridades dos Estados Unidos para pressionar integrantes do STF. A intenção seria interferir nos processos relacionados à tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022, com o objetivo de beneficiar o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Devido à natureza do crime contra a administração da Justiça, Eduardo Bolsonaro ficou inelegível. O impedimento começa na data da condenação e se estende por até 8 anos após o cumprimento integral da pena, podendo totalizar 12 anos de inelegibilidade.
Em nota, o ex-deputado alegou a nulidade da sentença por falta de notificação formal. Parlamentares aliados e familiares manifestaram-se contra a decisão, classificando-a como uma "injustiça" e "perseguição política".
Em contrapartida, ministros do governo e deputados de esquerda comemoraram a condenação. Os manifestantes descreveram a decisão como "histórica" e uma "vitória da soberania", classificando as ações do ex-parlamentar como traição ao país.

