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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1. Novas diretrizes nutricionaisO Ministério da Educação do Reino Uni...
Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1.
O Ministério da Educação do Reino Unido implementou novas regras para a alimentação escolar que eliminam a oferta de alimentos fritos às crianças. A medida foi apoiada por especialistas em nutrição, que destacam os perigos associados ao consumo frequente desse tipo de comida para o desenvolvimento infantil.
Segundo pesquisadores, o principal problema reside no tipo de gordura utilizada nas altas temperaturas das fritadeiras. Para suportar o calor, utilizam-se óleos refinados ricos em ácidos graxos saturados, substâncias que estimulam processos inflamatórios, favorecem a resistência à insulina e contribuem para o surgimento de obesidade e diabetes tipo 2.
Além dos impactos metabólicos, o processo de fritura em alimentos ricos em amido, como batatas, gera acrilamida, um composto potencialmente cancerígeno. O alto teor de sal presente nesses preparos também eleva a pressão arterial, aumentando significativamente os riscos de aterosclerose, infartos e derrames.
Especialistas reforçam que a redução drástica de frituras abre espaço para hábitos alimentares mais saudáveis. Enquanto o Reino Unido endurece as regras na rede pública, o Brasil já adota restrições severas por meio do Programa Nacional de Alimentação Escolar, limitando a presença de alimentos processados e ultraprocessados nas escolas.