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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1. Curadoria Sol - Sertão OnlineUm vídeo publicado nas redes sociais ...
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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1.
Um vídeo publicado nas redes sociais por uma enfermeira e sexóloga gerou grande repercussão ao mostrar um higienizador íntimo anal disponível em um estande da Secretaria Municipal da Saúde de Salvador, durante o XX Congresso Brasileiro de Sexualidade Humana. A publicação acumulou milhões de visualizações e levou perfis a associarem o item, conhecido como kit chuca, ao governo federal.
Apesar da repercussão, o Ministério da Saúde informou que não compra, não custeia nem distribui kits de higiene íntima. A pasta destacou que o SUS tem gestão compartilhada e que estados e municípios podem formular políticas locais e executar serviços em seus territórios, sendo a oferta em questão uma iniciativa da rede municipal de Salvador.
A gestora do Multicentro de Saúde Carlos Gomes e do ambulatório especializado confirmou que o item faz parte dos insumos oferecidos pela unidade. O produto já constava na lista divulgada pela prefeitura na inauguração do ambulatório municipal especializado em saúde LGBT+, em setembro de 2023, que também inclui preservativos e gel lubrificante.
Especialistas esclarecem que a ducha anal tem finalidade estritamente higiênica e de conforto para a preparação ao sexo anal, evitando o uso de métodos inadequados que possam causar lesões. No entanto, ressalta-se que o higienizador não funciona como barreira contra Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) e não substitui os métodos tradicionais de prevenção.