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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1. Impacto no Crescimento EconômicoO Ministério da Fazenda reduziu de...
Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1.
O Ministério da Fazenda reduziu de 2,3% para 2,0% a projeção de crescimento da economia brasileira para este ano. A revisão reflete a desaceleração do setor de serviços, impulsionada pelo alto comprometimento da renda das famílias com o pagamento de dívidas, que atingiu o maior nível da série histórica no segundo trimestre. A indústria também segue pressionada pelo custo do crédito e pela demanda fraca por bens de consumo, embora o mercado de trabalho e a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda ajudem a atenuar essa desaceleração.
As estimativas para a inflação em 2026 foram revisadas para baixo, passando de 5,1% para 4,9%, influenciadas pelos resultados do IPCA de julho abaixo do esperado e pela manutenção da taxa Selic em patamar contracionista. Por outro lado, a projeção de inflação para 2027 subiu de 3,6% para 3,8%, devido aos efeitos previstos do fenômeno El Niño sobre a safra e a pecuária, além de riscos associados a fertilizantes e ao cenário internacional.
O governo incorporou ao cenário econômico a persistência de riscos decorrentes de conflitos internacionais e de impactos no fornecimento global de energia. Com estoques mundiais reduzidos e restrições de tráfego em rotas marítimas estratégicas, a projeção para o preço médio do barril de petróleo Brent foi elevada para US$ 87,7 neste ano e para US$ 79,5 em 2027.