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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por CNN Brasil. O presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS...

Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por CNN Brasil.
O presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Wadih Nemer Damous Filho, afirmou que a inteligência artificial (IA) não deve substituir seres humanos em decisões que impactem diretamente os pacientes, como a autorização ou negativa de procedimentos de saúde.
Em entrevista durante o Arvo Summit, em São Paulo, Damous enfatizou que a tecnologia deve atuar como um instrumento, e não como a autoridade final no processo. Para o gestor, permitir que a IA assuma o comando de tais decisões seria "inaceitável".
A ANS informou que está estudando a regulação da IA na saúde suplementar. O objetivo é compreender as potencialidades e riscos da ferramenta para implementar regras que tragam benefícios ao sistema, impedindo a utilização da tecnologia para prejudicar os consumidores e beneficiários.
Damous defendeu ainda a aceleração da adaptação regulatória para aproveitar ferramentas preditivas. Segundo ele, o interesse da agência como reguladora é transformar dados em prevenção para a preservação de vidas.