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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), sinalizou a ...
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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1.
O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), sinalizou a aliados que não pautará o projeto de renegociação de dívidas rurais aprovado pelo Senado. A medida é classificada pelo governo federal como uma "bomba fiscal", com impacto estimado em R$ 140 bilhões em 13 anos.
A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) contesta a estimativa governamental, projetando um custo de R$ 65 bilhões para o mesmo período. O projeto visa criar uma linha especial de crédito rural para a renegociação de dívidas de produtores.
Inicialmente, a proposta era restrita aos agricultores do Rio Grande do Sul, em função de enchentes e estiagens. Durante a tramitação na Câmara, a bancada ruralista tentou ampliar a medida para estados do Nordeste, mas a iniciativa foi barrada por Motta devido ao impacto fiscal.
Paralelamente, o presidente da Câmara manifestou preocupação com o desgaste político entre o presidente Lula e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Motta defendeu a reconciliação entre as lideranças para evitar que conflitos pessoais interfiram nas votações do Congresso.

