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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1. Eleições 2026: Disputa narrativa sobre a padroeira do Brasil gera ...
Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1.
Durante agenda em Aracaju (SE) neste domingo (27), o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que a disseminação de boatos envolvendo a imagem de Nossa Senhora Aparecida foi articulada pelo Partido dos Trabalhadores com o envolvimento de integrantes da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Segundo o candidato, não existe nenhum projeto ou movimento para retirar o título de padroeira do Brasil.
Em resposta às declarações, a CNBB emitiu uma nota oficial classificando a acusação como injusta e infundada. A entidade episcopal reafirmou que não produziu, autorizou ou participou da elaboração de conteúdos falsos relacionados ao processo eleitoral, destacando que atua de forma apartidária e repudiando o uso de desinformação.
O caso ganhou repercussão após boatos circularem nas redes sociais atribuindo à direita a intenção de modificar o status da santa. Inicialmente, o ministro André Mendonça, vice-presidente do TSE, determinou a remoção de publicações digitais sobre o tema para conter os efeitos da narrativa, mas a decisão foi posteriormente anulada pelo ministro Flávio Dino, que alegou a necessidade de proteger a liberdade de expressão.
A controvérsia também levou a esclarecimentos da imprensa e resgatou episódios passados. A GloboNews corrigiu informações veiculadas anteriormente sobre uma suposta mobilização atual, esclarecendo que o único projeto sobre o tema tramitou em 2007 e foi arquivado em 2008. Boatos semelhantes já haviam sido utilizados contra Jair Bolsonaro durante a campanha presidencial de 2018.