Espaço publicitário — Leaderboard
Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1. Casos confirmados e situação epidemiológicaO estado de São Paulo c...
%2Fhttps%3A%2F%2Fi.s3.glbimg.com%2Fv1%2FAUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a%2Finternal_photos%2Fbs%2F2026%2FQ%2FR%2FD7Ye2HRkisICFW1XPFRQ%2Fculex-quinquefasciatus-female-feeding-16-9.jpg&w=3840&q=75)
Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1.
O estado de São Paulo confirmou os seus dois primeiros casos humanos de Febre do Nilo Ocidental; uma paciente de 34 anos já está recuperada e outra, de 18 anos, permanece internada. Simultaneamente, Santa Catarina registrou a primeira morte pela doença, em Imbituba, além de um caso recuperado. Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil soma quatro casos confirmados em 2026 e um caso provável no Piauí.
A transmissão ocorre por meio de mosquitos do gênero Culex que picam aves infectadas. Diferente de outras arboviroses, os seres humanos são considerados hospedeiros acidentais e não são a fonte principal do vírus para os mosquitos, tornando indispensável o monitoramento de animais e insetos para a vigilância da doença.
Estima-se que 80% dos infectados não apresentem sintomas. Quando manifestada, a doença apresenta sinais inespecíficos, semelhantes aos da dengue, zika e chikungunya, o que pode gerar subdiagnósticos. Casos graves são menos frequentes, mas podem atingir o sistema nervoso central, causando encefalite ou meningite.
As autoridades de saúde investigam os locais de infecção, analisando históricos de deslocamento, como uma viagem à Amazônia relatada por uma das pacientes de São Paulo. O diagnóstico é dificultado por possíveis reações cruzadas em exames de anticorpos com outros vírus do mesmo grupo, exigindo a análise de múltiplos testes para a confirmação.