Espaço publicitário — Leaderboard
Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1. Sete dos nove vereadores eleitos no município de Francisco Alves (...
%2Fi.s3.glbimg.com%2Fv1%2FAUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a%2Finternal_photos%2Fbs%2F2026%2FV%2FC%2FsdEME9SwmTPeDGfs2BjA%2Fpgm-globonews-limpo-ao-vivo-20260604-1559-frame-376842.jpeg&w=3840&q=75)
Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1.
Sete dos nove vereadores eleitos no município de Francisco Alves (PR) tiveram seus mandatos cassados pela Justiça Eleitoral em 2026. Apesar da decisão, os parlamentares continuam exercendo suas funções normalmente, pois os recursos judiciais ainda não foram julgados.
A investigação conduzida pelo Ministério Público do Paraná (MPPR) revelou que a coligação "Pra Frente Francisco Alves" utilizou poder econômico para comprar votos através da distribuição de vales-combustível. Foram apreendidas notas fiscais e comprovantes de retirada de cinco e dez litros de gasolina ou álcool, com uma estimativa de 2.100 litros distribuídos apenas em setembro de 2024.
As provas do esquema incluem apreensões físicas em um posto de combustíveis e evidências digitais, como áudios no celular da candidata Maria Aparecida da Silva, a Cida. Ao serem abordados pela reportagem da GloboNews, a maioria dos vereadores evitou responder aos questionamentos, incluindo o vereador Devair Porto Santos, o "Cutuca", que deixou o local em uma motocicleta para evitar a entrevista.
O presidente da Câmara, vereador Cioni, foi o único a aceitar a entrevista, embora também tenha sido condenado, negando qualquer participação no esquema. O promotor Filipe Rocha e Silva alertou que a troca de votos por abastecimento de veículos compromete o sistema democrático e prejudica a gestão futura do município.

