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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1. O Partido Liberal (PL) enfrenta forte resistência de lideranças po...
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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1.
O Partido Liberal (PL) enfrenta forte resistência de lideranças políticas no Nordeste para consolidar o apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência em 2026. O cenário é reflexo da predominância eleitoral do presidente Lula na região, o que leva pré-candidatos a governos estaduais a evitarem compromissos explícitos com o senador para reduzir custos políticos locais.
Pesquisas da Quaest confirmam a disparidade: no Nordeste, Lula registra 54% das intenções de voto contra 25% de Flávio no primeiro turno, e 61% contra 27% em um eventual segundo turno. Esse cenário dificulta a transformação de aliados estratégicos em cabos eleitorais efetivos para a campanha do PL.
A resistência é evidente em estados como o Ceará, onde Ciro Gomes recusa o apoio ao senador, e em Pernambuco, com a governadora Raquel Lyra buscando aproximação com o governo federal. Na Bahia, o pré-candidato ao governo ACM Neto sinalizou preferência por Ronaldo Caiado, limitando o fortalecimento da candidatura bolsonarista no estado.
Por outro lado, o PL apresenta maior organização na Paraíba, com as pré-candidaturas de Efraim Filho e Marcelo Queiroga, e no Rio Grande do Norte, fortalecido pela filiação de Álvaro Dias. No entanto, analistas indicam que, mesmo nestes estados, a tendência é que as lideranças priorizem pautas locais em detrimento da campanha presidencial.

