Sol Sertão Online
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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1.
A Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, implementará um projeto-piloto na Faculdade de Literatura, Ciências e Artes (LSA) para deixar de registrar as notas tradicionais dos calouros no histórico escolar durante o primeiro semestre. A medida, prevista para iniciar no outono de 2027, visa conter a crise de saúde mental entre jovens universitários.
No sistema, os estudantes receberão apenas as classificações de “aprovado” (P) ou “sem crédito” (NC) em seus registros externos, sem impacto no cálculo do GPA (índice de desempenho acadêmico). Contudo, as notas e comentários dos professores continuarão sendo emitidos e armazenados internamente para fins administrativos, concessão de bolsas e candidaturas a estágios.
A instituição justifica a iniciativa como uma forma de facilitar a adaptação dos alunos à graduação, permitindo que explorem novas áreas de estudo sem o receio de consequências permanentes por notas baixas. O objetivo é incentivar escolhas baseadas em interesses pessoais e promover a colaboração em vez da competição.
A regra será obrigatória para todos os alunos do primeiro ano da LSA, exceto estudantes de transferência. A universidade destacou que modelos semelhantes já foram adotados por outras instituições renomadas, como o MIT, Caltech, Swarthmore College e Wellesley College.
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