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Sol Sertão Online
Colunista
A Ucrânia retomou, nesta quarta-feira (22), o bombeamento de petróleo russo destinado à Europa. A medida é a contrapartida para a aprovação preliminar de um empréstimo de grande porte concedido pela União Europeia (UE), fundamental para a sustentação do país em meio ao conflito com a Rússia.
O acordo viabiliza o sinal verde para um crédito de 90 bilhões de euros (cerca de R$ 528 bilhões). O montante será utilizado por Kiev para reforçar suas defesas militares e garantir a manutenção dos gastos públicos até o ano de 2027.
O transporte é realizado pelo oleoduto Druzhba, que atravessa o noroeste do território ucraniano. A gigante energética húngara MOL e a ministra da Economia da Eslováquia, Denisa Sakova, informaram que as primeiras remessas de petróleo devem chegar aos seus respectivos países entre quarta e quinta-feira.
Embora a UE tenha bloqueado a maior parte das importações de petróleo russo desde o início da guerra em 2022, o oleoduto Druzhba foi mantido como exceção para permitir que países da Europa Central, sem litoral, tivessem tempo de encontrar fontes alternativas de energia.
A retomada do fluxo ocorre após um período de crise. O oleoduto Druzhba foi danificado em janeiro por um ataque russo, interrompendo o fornecimento para a Hungria e a Eslováquia. O ex-primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, acusava a Ucrânia de retardar os reparos e, em retaliação, bloqueava a aprovação do empréstimo europeu.
O presidente Volodymyr Zelensky anunciou a conclusão das obras na última terça-feira. Anteriormente, o líder ucraniano havia criticado a pressão da União Europeia para a agilização dos reparos, classificando a exigência como uma "chantagem".
Referência: Informações adaptadas de G1.
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