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Sol Sertão Online
Colunista
Após um ataque perpetrado por um "lobo solitário" durante o jantar com jornalistas em Washington, o presidente Donald Trump utilizou o incidente para reforçar a necessidade da construção de um salão de festas monumental na Casa Branca.
O suspeito, identificado como Cole Tomas Allen, conseguiu romper o bloqueio de segurança do hotel Washington Hilton e abriu fogo. No entanto, agentes do Serviço Secreto interceptaram e prenderam o indivíduo antes que ele alcançasse o salão onde o presidente se encontrava.
Trump argumentou que a falha de segurança não teria ocorrido caso o evento fosse realizado em seu planejado salão de baile. "É um salão maior e muito mais seguro. É à prova de drones. Tem vidro à prova de balas", justificou o presidente, tentando vincular a vulnerabilidade do hotel à urgência de sua obra.
O projeto, orçado em US$ 400 milhões, prevê a criação de um espaço de 8.500 metros quadrados na Ala Leste, com capacidade para mil convidados. A previsão de conclusão é janeiro de 2029, embora a construção esteja atualmente paralisada por decisão judicial, que permitiu apenas a execução de obras de segurança no subsolo.
A tentativa de transformar a terceira tentativa frustrada de assassinato em vantagem política ocorre em um momento delicado para o governo, marcado por baixa popularidade e impasses diplomáticos na guerra contra o Irã.
Analistas apontam que a mudança de endereço descaracterizaria o Jantar dos Correspondentes da Casa Branca. Tradicional desde 1921, o evento é privado e independente, sendo o presidente americano um convidado, e não o anfitrião.
A transferência para a residência oficial comprometeria a essência de liberdade de expressão do encontro, especialmente considerando as frequentes críticas e ataques agressivos direcionados por Trump aos jornalistas credenciados para a cobertura do governo.
Referência: Informações adaptadas de G1.
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