%2Fhttps%3A%2F%2Fi.s3.glbimg.com%2Fv1%2FAUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a%2Finternal_photos%2Fbs%2F2026%2FY%2FB%2FDCfPVrTZitTQz3tPdADg%2F2026-04-28t161643z-2116309477-rc2gykaq9j7n-rtrmadp-3-usa-britain-king.jpg&w=3840&q=75)
Sol Sertão Online
Colunista
A relação entre os Estados Unidos e seus principais aliados europeus entrou em uma nova fase de instabilidade. O presidente Donald Trump intensificou ataques verbais e ameaças econômicas contra líderes da Europa, motivado por divergências profundas sobre a condução da guerra no Irã.
O chanceler alemão, Friedrich Merz, foi classificado por Trump como "totalmente ineficaz" após criticar a intervenção americana no Irã. Como represália, o presidente dos EUA ameaçou reduzir o contingente de 36,4 mil soldados baseados em território alemão.
O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, também foi alvo de ofensas pessoais. Trump afirmou que Starmer "não é Winston Churchill" e sinalizou a imposição de tarifas elevadas sobre as importações vindas do Reino Unido.
O cenário torna-se ainda mais crítico com a possibilidade de o Departamento de Defesa dos EUA punir aliados da OTAN que não apoiem as operações contra o Irã. Entre as medidas cogitadas estão a suspensão da Espanha da organização e a revisão do reconhecimento das Ilhas Falkland como território britânico.
Diplomatas europeus descrevem a situação como "inquietante", observando que nem a bajulação nem a diplomacia tradicional têm surtido efeito com o governo Trump, levando o continente a questionar a previsibilidade de seu principal aliado.
Nem todos no Partido Republicano apoiam a postura do presidente. O deputado Don Bacon alertou que atacar aliados da OTAN é contraproducente, destacando que a redução de tropas na Alemanha prejudica o próprio acesso estratégico dos Estados Unidos a três continentes.
Diante da instabilidade, a Europa começa a repensar sua dependência militar. Autoridades europeias admitem que não podem mais confiar apenas no status quo do pós-Segunda Guerra Mundial, acelerando a ampliação de suas próprias capacidades de defesa para se tornarem um espaço respaldado por poder real.
Referência: Informações adaptadas de G1.
Carregando autenticação...
Carregando comentários...