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Sol Sertão Online
Colunista
O governo de Donald Trump está articulando a formação de uma coalizão internacional com o objetivo de restaurar a liberdade de navegação no Estreito de Ormuz. A iniciativa, denominada Mecanismo de Liberdade Marítima (MFC), foi aprovada pelo secretário de Estado, Marco Rubio, e consiste em uma operação conjunta entre o Departamento de Estado e o Pentágono.
Dentro do novo mecanismo, o Departamento de Estado atuará como o núcleo diplomático, intermediando a relação entre países parceiros e a indústria de navegação. Já o Pentágono, por meio do Centcom, será o responsável pela coordenação do tráfego marítimo em tempo real e pela comunicação direta com as embarcações que transitam pelo estreito.
As embaixadas norte-americanas foram instruídas a apresentar a proposta a nações aliadas, ficando expressamente proibida a inclusão de Rússia, China, Belarus, Cuba e outros adversários dos EUA. A participação na coalizão poderá ocorrer por meio de apoio diplomático, compartilhamento de inteligência, aplicação de sanções ou presença naval.
O Estreito de Ormuz, vital para a economia global, foi fechado pelo Irã em 28 de fevereiro, marcando o início de um conflito contra os EUA e Israel. Como resposta, a Marinha dos Estados Unidos implementou um bloqueio marítimo em 13 de abril, visando pressionar o regime iraniano a aceitar termos de negociação favoráveis a Washington.
O governo Trump sinaliza que pretende manter o bloqueio naval por vários meses para asfixiar economicamente o Irã. Em resposta, o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, classificou a medida como "condenada ao fracasso", enquanto o líder supremo, Mojtaba Khamenei, afirmou que o país manterá o controle da região.
Atualmente, as negociações entre as duas potências encontram-se em um impasse. Após rejeitar uma proposta enviada por Teerã na última quarta-feira, o presidente Trump avalia a possibilidade de novos bombardeios contra o Irã ou a declaração formal de vitória no conflito.
Referência: Informações adaptadas de G1.
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