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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1 Pop & Arte.
Os uniformes das Copas do Mundo, entre 1970 e 2018, transcendem o esporte para se tornarem símbolos de gerações, unindo nostalgia e conquistas. Peças como a amarela do Brasil em 1970 e a vermelha da Inglaterra em 1966 são eternizadas pela simplicidade visual e por representarem títulos mundiais históricos.
Alguns modelos ganharam notoriedade por curiosidades externas ao jogo. A Argentina, em 1986, utilizou camisas azuis adquiridas em um comércio local no México para evitar o calor, enquanto a seleção de Camarões, em 2002, teve seu modelo sem mangas vetado pela Fifa. Já em 1974, Johan Cruyff utilizou uma camisa com apenas duas listras devido a conflitos de patrocínio entre marcas esportivas.
A evolução estética teve marcos importantes, como a camisa da Alemanha Ocidental de 1990, desenhada por Ina Franzmann, que introduziu cores vibrantes e revolucionou o design esportivo. Mais recentemente, a Nigéria, em 2018, tornou-se um fenômeno de moda e cultura pop, integrando a identidade visual do país ao mercado global de consumo.
Contudo, designers como Matthew Wolff apontam que a criação de uniformes icônicos é mais difícil na atualidade. A saturação do mercado global e a frequência excessiva de lançamentos transformaram a identidade visual em produtos de ritmo acelerado, dificultando que as peças alcancem o status de ícones como ocorreu em décadas passadas.
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