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Sol Sertão Online
Colunista
Um bombardeio realizado pelas Forças de Defesa de Israel no sul do Líbano resultou na morte de dois cidadãos brasileiros: a mulher Manal Jaafar e seu filho de 11 anos, Ali Ghassan Nader. A família estava em sua residência, no distrito de Bint Jeil, no momento da ofensiva.
Além dos brasileiros, o ataque vitimou o pai da criança, o libanês Ghassan Nader, e uma funcionária etiopiana que trabalhava na casa. Outro filho do casal foi ferido e encaminhado ao hospital. A embaixada brasileira em Beirute informou que já está prestando assistência aos familiares.
O Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) manifestou profunda consternação e pesar pelas mortes. Em nota oficial, o governo brasileiro classificou a ação militar como mais um exemplo de "reiteradas e inaceitáveis violações ao cessar-fogo" estabelecido em 16 de abril.
O Brasil tem reiterado a necessidade de que as tropas israelenses deixem imediatamente o território libanês, defendendo a soberania do país e a extensão da trégua para garantir a segurança de civis, incluindo mulheres e crianças.
A ofensiva ocorreu mesmo após a prorrogação do cessar-fogo entre Israel e o grupo Hezbollah, anunciada pelos Estados Unidos para durar até a segunda quinzena de maio. O Exército israelense justificou a operação alegando que o Hezbollah teria violado os termos do acordo.
No entanto, a realidade no terreno é descrita como aterrorizante por quem vive na região. Um parente das vítimas, identificado como Nader, afirmou que a trégua é "mentirosa" e relatou que vive em estado de medo constante devido às frequentes violações do acordo de paz.
Referência: Informações adaptadas de G1.
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