Sol Sertão Online
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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por CNN Brasil.
Um estudo internacional chamado OPTIMA, apresentado no congresso da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO), revelou que dois terços das pacientes com o tipo mais comum de câncer de mama não obtêm benefício significativo com a quimioterapia.
A pesquisa, que avaliou mais de 4.400 pacientes em seis países, destacou a eficácia do teste genético Prosigna. A ferramenta é capaz de identificar com segurança quem pode ser poupado do tratamento quimioterápico, inclusive em grupos de maior risco clínico, como mulheres na pré-menopausa a partir dos 40 anos e casos com tumores em estágio avançado.
O funcionamento do teste consiste na análise da atividade de 50 genes no tecido tumoral, gerando uma pontuação de risco. Pacientes com pontuação baixa são aquelas que provavelmente não teriam ganhos clínicos relevantes com a quimioterapia, podendo seguir apenas com a hormonioterapia.
Os resultados mostraram que, após cinco anos, a sobrevida livre de câncer de mama invasivo foi de aproximadamente 94% em ambos os grupos analisados. Na prática, para pacientes com pontuação baixa, a quimioterapia evitaria a recorrência da doença em no máximo dois a cada 100 casos.
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