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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1. Crise logística e burocráticaA seleção do Irã enfrenta graves difi...
Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1.
A seleção do Irã enfrenta graves dificuldades para disputar a Copa do Mundo nos Estados Unidos, reflexo da politização da presença iraniana no torneio devido às tensões entre os dois países. Os principais entraves incluem problemas na emissão de vistos para a delegação, logística complexa de deslocamento e a revogação de ingressos destinados aos torcedores.
Por determinação do governo de Donald Trump, a equipe deve deixar os EUA imediatamente após cada partida, com permissão para reingressar no país apenas 36 horas antes do jogo seguinte. Em razão dessas restrições, a seleção precisou transferir sua base de Tucson, no Arizona, para Tijuana, no México.
A Federação de Futebol do Irã (FFIRI) denunciou que a cota de 8% dos ingressos, direito comum a todas as seleções, foi retirada pelos EUA dois dias antes do início da competição. Com a proibição de entrada de cidadãos iranianos e haitianos no território norte-americano, a presença de torcedores limitou-se a quem já residia nos Estados Unidos.
Após a estreia da equipe, que terminou em empate por 2 a 2 contra a Nova Zelândia, o técnico Amir Ghalenoei manifestou-se ao presidente da Fifa, Gianni Infantino. O treinador classificou a situação como uma "injustiça" e "falta de humanidade" por parte do país anfitrião.