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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1. Crise Diplomática e MilitarO presidente libanês, Joseph Aoun, clas...
Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1.
O presidente libanês, Joseph Aoun, classificou o acordo de cessar-fogo negociado em Washington com Israel como a "última chance" para uma trégua abrangente, tendo o presidente Donald Trump como garantidor direto. No entanto, a estabilidade é fragilizada por ataques israelenses com drones no sul do Líbano e alertas de evacuação para a população local, enquanto Israel intercepta projéteis vindos do território libanês.
Simultaneamente, o Irã intensificou a instabilidade na região. Ataques iranianos ao Kuwait resultaram em uma morte, 63 feridos e no fechamento temporário do aeroporto internacional, além de danos a missões diplomáticas. O Bahrein também reportou a interceptação de mísseis e drones iranianos, e Teerã confirmou o ataque a um navio militar dos Estados Unidos no Golfo de Omã.
O presidente Donald Trump alertou que poderá suspender o cessar-fogo contra o Irã caso soldados norte-americanos sejam mortos, embora tenha indicado a possibilidade de avanços nas negociações ainda este fim de semana. Em contrapartida, o conselheiro militar do líder supremo do Irã advertiu que novas ofensivas dos EUA podem desencadear mais ataques com mísseis e drones.
Em outras frentes, o líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, convocou a unidade nacional contra ameaças externas. No âmbito humanitário e político, a ONU informou a morte de um soldado da paz no Líbano, enquanto o governo do Iraque decretou três dias de luto oficial pela morte do Alaiatolá Sheikh Mohammad Ishaq Al-Fayadh.