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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1. Tensão no México: Greve de Professores Ameaça Abertura da Copa do ...
Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1.
A apenas uma semana da partida de abertura da Copa do Mundo da Fifa, no Estádio Azteca, o México enfrenta uma greve nacional por tempo indeterminado convocada pela Coordenadoria Nacional dos Trabalhadores da Educação (CNTE). Os manifestantes exigem um aumento salarial de 100% e ocuparam a fan zone oficial no Zócalo, a praça central da Cidade do México.
Os protestos têm sido marcados por confrontos violentos com forças de segurança, invasão ao Ministério da Educação e a derrubada e queima de estátuas de jogadores de futebol. Sob a mensagem "sem solução, a bola não rola", os ativistas buscam atrair a atenção internacional para suas reivindicações contra as políticas de educação e previdência do governo da presidente Claudia Sheinbaum.
Enquanto a CNTE mantém exigências elevadas, o Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Educação (SNTE) solicita um reajuste mais moderado de 13% para 2026. A presidente Sheinbaum classificou as ações radicais como provocações, mas afirmou que seu governo não reprimirá severamente os protestos para evitar danos à imagem do país diante dos cinco milhões de turistas esperados para o torneio.
O impacto econômico dos distúrbios já é sentido por empresários e empresas de logística, com prejuízos estimados em R$ 119 milhões devido a vandalismo e bloqueios de vias. A instabilidade é tamanha que a Fifa já cancelou um treinamento para voluntários que seria realizado na praça central, evidenciando o risco ao planejamento do evento.