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Sol Sertão Online
Colunista
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (19) que Cuba é uma "nação falha" e que o país necessita de ajuda. Apesar da declaração, o líder americano admitiu que ainda não sabe como será implementada a mudança no regime político da ilha caribenha.
As declarações ocorrem em um cenário de crescente instabilidade. Cuba enfrenta atualmente uma grave crise energética, intensificada por um bloqueio estabelecido por Trump em janeiro. A pressão foi ampliada em 1º de maio, quando o presidente assinou uma ordem executiva expandindo as sanções econômicas, financeiras e comerciais que já pesam sobre o país há mais de seis décadas, incluindo um rigoroso embargo petrolífero.
Diante das ameaças de Washington em "assumir" o controle de Cuba, o governo em Havana divulgou, nesta segunda-feira (18), orientações emergenciais para a população. O guia instrui os cidadãos sobre como agir em caso de uma intervenção militar dos EUA, recomendando a preparação de suprimentos básicos e a busca por abrigos contra ataques aéreos.
A escalada de tensão segue a captura do ex-presidente venezuelano Nicolás Maduro, ocorrida em janeiro, após a qual os Estados Unidos intensificaram as exigências por reformas profundas no sistema econômico e político cubano. O governo de Cuba, no entanto, rejeita as imposições, alegando a defesa da soberania nacional.
Analistas internacionais consideram a possibilidade de uma agressão militar plausível, baseando-se em ações recentes dos EUA na Venezuela e no Irã. O próprio Donald Trump já sinalizou publicamente que Cuba seria o próximo alvo de suas medidas.
Referência: Informações adaptadas de G1.
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