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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1. Crise de Vistos e Impasse PolíticoO governo do Irã denunciou os Es...
Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1.
O governo do Irã denunciou os Estados Unidos por "discriminação intencional" após a recusa de vistos para membros da comissão técnica e da diretoria da seleção de futebol para a Copa do Mundo. Enquanto os jogadores tiveram a entrada autorizada, mais de 12 integrantes da equipe de apoio e o presidente da federação, Mehdi Taj, foram barrados por supostas ligações com a Guarda Revolucionária.
A Casa Branca confirmou a concessão dos vistos aos atletas, mas o secretário de Estado, Marco Rubio, reiterou que indivíduos ligados ao braço militar da Guarda Revolucionária não teriam permissão para entrar no país. Mehdi Taj, ex-comandante da referida força, já havia sido impedido de entrar nos EUA anteriormente.
Diante do impasse, a delegação iraniana transferiu sua base de treinamentos de Tucson, no Arizona, para Tijuana, no México. O embaixador do Irã no México, Abolfazl Pasandideh, afirmou que a decisão de competir, mesmo em território considerado inimigo, reflete a busca do país pela paz.
O torneio ocorre em meio a um conflito militar ativo, sendo a primeira vez desde 1930 que um país anfitrião recebe uma nação com a qual está em guerra. Recentemente, os EUA anunciaram novos ataques aéreos contra instalações iranianas, alegando ameaças ao tráfego marítimo no Estreito de Ormuz, enquanto negociações de paz avançam lentamente.