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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por CNN Brasil. Os bancos centrais do Brasil e dos Estados Unidos anunciam...
Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por CNN Brasil.
Os bancos centrais do Brasil e dos Estados Unidos anunciam, nesta quarta-feira (17), suas decisões sobre a política monetária em um contexto de inflação desancorada e instabilidades geopolíticas. Embora um pré-acordo entre EUA e Irã para a reabertura do Estreito de Ormuz sinalize alívio, a cautela prevalece entre os investidores globais.
No Brasil, a aposta principal é que o Copom reduza a taxa Selic em 0,25 ponto, para 14,25% ao ano. Contudo, relatórios de instituições como XP Investimentos e Goldman Sachs indicam que a deterioração do cenário inflacionário, a desvalorização cambial e os estímulos fiscais podem restringir a margem para novos cortes, elevando a chance de manutenção da taxa.
Já nos Estados Unidos, a expectativa é de que o Federal Reserve (Fed) mantenha os juros entre 3,5% e 3,75%, marcando a quarta reunião seguida sem alterações. O mercado busca entender se a meta de inflação de 2% permanece alcançável e se as projeções de cortes de juros para este ano ainda são válidas.
Além das definições das taxas, a reunião do Fed terá relevância especial por ser de fechamento de trimestre, com a divulgação de projeções para PIB e desemprego. Será também a primeira condução e entrevista coletiva de Kevin Walsh, cujas visões sobre a comunicação e parâmetros de inflação do Fed serão monitoradas.