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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1. A SpaceX, liderada por Elon Musk, estreia na bolsa de valores nest...
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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1.
A SpaceX, liderada por Elon Musk, estreia na bolsa de valores nesta sexta-feira (12/06). A empresa planeja arrecadar até US$ 75 bilhões com a venda de quase 555,6 milhões de ações, o que pode representar a maior Oferta Pública Inicial (IPO) da história, superando o recorde da Saudi Aramco. Com apenas 4% do capital social disponível, a avaliação total da companhia pode atingir US$ 1,8 trilhão.
Os recursos serão destinados ao financiamento de projetos como missões a Marte e a instalação de data centers de inteligência artificial no espaço, aproveitando o vácuo para resfriamento. Atualmente, a rede Starlink é o único braço lucrativo da empresa, que recentemente se fundiu com a xAI para expandir sua atuação tecnológica.
Apesar do entusiasmo do mercado, a SpaceX é deficitária, tendo registrado um prejuízo líquido de US$ 4,9 bilhões no último ano e uma dívida de US$ 29 bilhões em março. Devido a esses dados, a consultoria Morningstar apresentou uma avaliação conservadora de US$ 780 bilhões, apontando incertezas sobre a viabilidade da plataforma de IA orbital.
Quanto à governança, Elon Musk manterá 82% do poder de voto no conselho, limitando a influência de acionistas minoritários. O IPO reserva 30% das ações para investidores individuais, enquanto a Nasdaq alterou suas regras para permitir que a SpaceX integre seu índice em até 15 dias após o início das negociações.