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Sol Sertão Online
Colunista
Um estudo recente publicado na revista científica JAMA Network Open trouxe um alerta importante sobre a saúde de pessoas com 56 anos ou mais: o hábito de tirar sonecas longas e frequentes durante o dia pode estar associado a um maior risco de mortalidade por qualquer causa.
A pesquisa acompanhou mais de 1.300 participantes ao longo de 19 anos para compreender a relação entre a frequência e a duração dos cochilos e a longevidade. Os resultados indicam que cochilos excessivamente longos, especialmente quando ocorrem no período da manhã, elevam as probabilidades de óbito.
No entanto, os especialistas ressaltam que nem todo descanso diurno é prejudicial. O risco está concentrado especificamente em padrões de sono diurno prolongados e repetitivos.
Os pesquisadores ponderam que a sonolência excessiva pode não ser a causa direta da mortalidade, mas sim um sintoma de problemas de saúde preexistentes. Diversas condições médicas podem alterar o padrão de sono, fazendo com que o indivíduo se sinta mais cansado e dependente de cochilos ao longo do dia.
Apesar dos achados relevantes, o estudo apresenta limitações. A amostra foi composta majoritariamente por indivíduos brancos, o que impede a observação de padrões em outros grupos raciais e culturais. Além disso, a pesquisa não abrangeu outras faixas etárias ou trabalhadores que atuam em turnos.
Os autores enfatizam que novos estudos com maior diversidade populacional são necessários para aprofundar o entendimento sobre os efeitos da irregularidade do sono na saúde humana.
Referência: Informações adaptadas de G1.
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