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Sol Sertão Online
Colunista
Salvador recebe, entre quarta (6) e sexta-feira (8), a segunda edição do Index, consolidado como o maior encontro da indústria no Nordeste. O evento, que acontece no Centro de Convenções da capital baiana, projeta atrair cerca de 40 mil visitantes, incluindo empresários, investidores, gestores públicos e profissionais do setor produtivo.
A programação do evento está focada em temas cruciais para a economia global, com destaque para a inteligência artificial, a transformação digital, a transição energética e a agenda de sustentabilidade (ESG). O objetivo central é discutir estratégias para elevar a competitividade da indústria brasileira diante das rápidas evoluções tecnológicas.
A relevância da inteligência artificial é um dos eixos principais, dado que estudos apontam que a tecnologia pode injetar até US$ 13 trilhões na economia mundial até 2030, otimizando a automação e a tomada de decisões estratégicas nas fábricas.
Os organizadores esperam que o Index movimente aproximadamente R$ 200 milhões em negócios, representando um crescimento de 50% em comparação à edição de 2025. A importância do setor é ratificada por dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI), que indicam que a indústria responde por 24% do PIB do Brasil.
Na Bahia, a representatividade é semelhante, com cerca de 23% da economia estadual vinculada ao setor, especialmente nos segmentos de mineração, automotivo, petroquímico e energias renováveis. Este último ponto é central nas discussões, visto que a Bahia se destaca como grande produtora de energia eólica e solar.
O Index busca fortalecer o ecossistema industrial local ao conectar startups, indústrias de diversos portes e representantes de 25 países da União Europeia. A iniciativa visa estimular parcerias e atrair novos investimentos para empresas da capital e do interior do estado.
Produzido pela Bahia Eventos, o encontro de 2026 traz como diferencial a neutralização do impacto energético. Através de uma parceria para o uso de certificados de energia renovável (I-RECs), a organização garante que todo o consumo elétrico do evento seja compensado por fontes limpas.
Referência: Informações adaptadas de G1.
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