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Sol Sertão Online
Colunista
Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1 Pop & Arte.
O vice-presidente Artístico da Rock World, Zé Ricardo, definiu a montagem da programação do Rock in Rio como um processo "cirúrgico", baseado em narrativas e mensagens subliminares. Segundo o executivo, a curadoria busca propor experiências distintas em cada palco para atingir objetivos específicos de público.
Para a edição de 2026, o dia 11 de setembro exemplifica essa estratégia: o Palco Mundo terá um diálogo voltado ao K-pop com Stray Kids, enquanto o Palco Sunset será dedicado à Soul Music com Jamiroquai, contando ainda com a presença de Alok para integrar os diferentes perfis de espectadores.
A organização também aplica a lógica do "fator família" para equilibrar a grade. Com base em experiências de edições anteriores, a meta é evitar noites concentradas em apenas um gênero jovem, como o trap, oferecendo artistas que sirvam de porto seguro para os pais enquanto os filhos acompanham as novas tendências musicais.
A resposta do público tem sido positiva, com ingressos esgotados para as datas de Calvin Harris e Maroon 5, além da alta procura por Stray Kids. Sobre planos futuros, Zé Ricardo revelou o desejo de trazer Adele e Paul McCartney para o festival no Brasil.
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