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Sol Sertão Online
Colunista
Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1.
Gustavo Henrique Lara, de 27 anos, morreu em Ponta Grossa (PR) após sofrer uma reação anafilática durante o tradicional "banho de óleo", ritual de batismo realizado em escolas de aviação. De acordo com o Samu, o aluno apresentou crise convulsiva e três paradas cardiorrespiratórias, vindo a óbito após a terceira ocorrência.
A Polícia Civil investiga as circunstâncias do caso e solicitou exames necroscópico, toxicológico e químico-pericial para determinar a causa exata da morte. A família da vítima informou que não tinha conhecimento de qualquer histórico de alergias por parte do jovem.
A dermatologista Rafaela Salvato, da Sociedade Brasileira de Dermatologia, alerta que o óleo de motor aeronáutico é um produto industrial inadequado para o contato com a pele, podendo causar absorção de componentes químicos e reações alérgicas graves e imprevisíveis, independentemente de histórico prévio.
Em nota, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) lamentou a fatalidade e reiterou que lubrificantes de aviação não devem, em hipótese alguma, entrar em contato com a pele. A agência solicitou que escolas e aeroclubes revejam a tradição, enfatizando que a segurança deve ser a prioridade em qualquer celebração.
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