Sol Sertão Online
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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1.
Os Estados Unidos registraram um recorde de proibições de livros no último ano letivo, com a retirada de mais de 5 mil obras de bibliotecas e quase 7 mil de escolas públicas. A censura atinge desde best-sellers e clássicos da literatura até livros didáticos e a Bíblia.
De acordo com livreiros, aproximadamente 40% dos livros banidos tratam de experiências de pessoas não brancas e da comunidade LGBTQ+. O movimento é impulsionado, em 92% dos casos, por grupos ultraconservadores que reivindicam a representação dos "direitos parentais".
O estado da Flórida é apontado como o epicentro do fenômeno, favorecido por legislações locais e pressão política. No nível federal, a tendência é reforçada por ordens executivas do presidente Trump e por uma proposta no Congresso que prevê o corte de financiamento para escolas que utilizem livros com temática sexual.
Especialistas relacionam a prática a contextos políticos, citando casos semelhantes na Nicarágua, Argentina e Brasil. Como resposta, organizações e livrarias promovem a resistência por meio de mesas de destaque para obras censuradas e da campanha digital #LeiaLivrosProibidos.
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