
Sol Sertão Online
Colunista
A final da Copa do Rei foi decidida nos detalhes após 120 minutos de intenso futebol. Com o empate em 2 a 2 no tempo regulamentar e na prorrogação, a Real Sociedad levou a melhor sobre o Atlético de Madri na disputa por pênaltis, vencendo por 4 a 3 e erguendo o troféu.
A partida começou com um recorde histórico: com apenas 14 segundos de jogo, Barrenetxea marcou o gol mais rápido da história das finais da competição, aproveitando uma falha da defesa do Atleti. A resposta do time de Madri veio antes dos 20 minutos, com Lookman finalizando com precisão após passe de Griezmann.
Antes do intervalo, a Real Sociedad retomou a liderança. Após o goleiro Musso cometer falta em Gonçalo Guedes dentro da área, Oyarzabal converteu o pênalti, tornando-se o primeiro atleta da equipe a marcar em duas finais da Copa do Rei.
Na segunda etapa, o Atlético de Madri enfrentou dificuldades para furar o bloqueio basco. A insistência do técnico Simeone surtiu efeito nos minutos finais, quando Julián Álvarez marcou um golaço de fora da área, com um toque de letra para cortar a marcação, forçando a prorrogação da partida.
O tempo extra foi marcado pelo desgaste físico e por um quase gol de Julián Álvarez, que acertou a trave. Na disputa final, o goleiro Marrero foi o herói da Real Sociedad, defendendo as cobranças de Sorloth e de Álvarez. O título foi selado por Pablo Marín, que converteu a última penalidade.
Esta é a terceira taça da Copa do Rei na história da Real Sociedad. Curiosamente, o resultado espelha a final de 1987, também contra o Atlético de Madri, que terminou com o mesmo placar e decisão nos pênaltis.
As duas equipes voltam a campo nesta quarta-feira (22) pelo Campeonato Espanhol. O Atlético de Madri visitará o Elche, enquanto a Real Sociedad recebe o Getafe em San Sebastián.
Referência: Informações adaptadas de Ogol.
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