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Sol Sertão Online
Colunista
Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1.
Härnösand, Suécia — Uma promotora sueca solicitou, nesta segunda-feira (25), a condenação de um homem de 62 anos a dez anos de prisão. O réu é acusado de explorar a própria esposa, obrigando-a a manter relações sexuais pagas com aproximadamente 120 homens.
De acordo com a denúncia, o homem utilizava a internet para criar anúncios, organizar e supervisionar os encontros, além de pressionar a vítima a realizar atos sexuais on-line para atrair clientes. A promotoria afirmou que os fatos geraram lucros significativos e configuraram uma exploração impiedosa de uma mulher em situação de vulnerabilidade.
Além de lenocínio qualificado, o homem é julgado por oito estupros. Na Suécia, a lei estabelece que vender serviços sexuais não é ilegal, porém pagar por eles ou facilitar a oferta do serviço é crime. A advogada da vítima reivindica uma indenização de 1,1 milhão de coroas suecas, montante equivalente a cerca de 580 mil reais.
A defesa do réu nega as acusações. O julgamento, que ocorreu em grande parte a portas fechadas, deve ser concluído nesta terça-feira com a apresentação das alegações finais da defesa.
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