Sol Sertão Online
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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1.
A Polícia Federal (PF) investiga um "vínculo pessoal estreito" e um "alinhamento político" entre o ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, e Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master. Segundo o relatório da PF, essa proximidade foi fundamental para viabilizar aportes bilionários do RioPrevidência, fundo de previdência dos servidores estaduais, no referido banco.
No âmbito da 8ª fase da Operação Compliance Zero, autorizada pelo ministro André Mendonça do STF, foi cumprido um mandado de busca e apreensão na residência de Castro, na Barra da Tijuca, resultando na apreensão de dois aparelhos celulares. A defesa do ex-governador informou que ele acompanhou as diligências com "serenidade".
As investigações apontam um "sincronismo" entre encontros de Castro e Vorcaro e a realização de repasses financeiros subsequentes. A PF destaca que houve a supressão de etapas técnicas e alterações estratégicas na gestão do RioPrevidência para garantir que a aplicação dos recursos ignorasse normas regulatórias, atendendo aos interesses da instituição financeira.
O Ministério Público Federal (MPF) manifestou-se favoravelmente à representação da PF, apontando indícios de corrupção e crimes contra o Sistema Financeiro Nacional. Para o órgão, a relação entre as partes viabilizou investimentos irregulares em Letras Financeiras e fundos do Banco Master, operados por uma organização criminosa estruturada.
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