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PCC se torna 'Multinacional do Crime' e expande operações por 30 países
Mundo
Reportagem do jornal 'The Wall Street Journal' destaca atuação da facção criminosa PCC. — Foto: Reprodução/WSJ

PCC se torna 'Multinacional do Crime' e expande operações por 30 países

SS

Sol Sertão Online

Colunista

21 de abril de 2026
5 min de leitura

O Primeiro Comando da Capital (PCC) alcançou um patamar de organização comparável a multinacionais e à máfia italiana, consolidando-se como uma das maiores redes criminosas do planeta. Com atuação em 30 países, a facção opera em todos os continentes, exceto na Antártida, sendo atualmente a maior organização criminosa das Américas.

Expansão Global e Invasão ao Território Norte-Americano

A facção vem reestruturando as rotas globais de cocaína, movendo a droga da América do Sul para os portos mais movimentados da Europa e avançando sistematicamente sobre os Estados Unidos. Autoridades norte-americanas já identificaram indivíduos ligados ao grupo em estados como Flórida, Nova York, Nova Jersey, Connecticut e Tennessee. No estado de Massachusetts, 18 brasileiros já foram acusados de possuírem vínculos com a organização.

Modelo de Gestão Empresarial e Lavagem de Dinheiro

Diferente de outras organizações, o PCC adota um perfil discreto e focado no lucro, operando com um rígido código de conduta interno. A eficiência é tamanha que rituais de ingresso de novos membros são, por vezes, realizados via videoconferência. Para financiar suas operações e lavar dinheiro, a facção utiliza diversas fachadas, incluindo postos de gasolina, motéis, concessionárias, fundos imobiliários e empresas de construção.

Um método alarmante de recrutamento envolve a infiltração em comunidades remotas do Brasil, onde integrantes se passam por pastores evangélicos, utilizando a chamada "teologia da prosperidade" para atrair pessoas em regiões vulneráveis. No Rio Grande do Norte, a facção já foi acusada de criar ao menos sete igrejas para a lavagem de capitais do tráfico.

Diversificação do Crime e Controle Territorial

Além do tráfico de entorpecentes, o grupo expandiu sua atuação para crimes ambientais e humanitários, especialmente na região amazônica. O PCC agora explora a mineração de ouro, extração ilegal de madeira, pesca predatória, tráfico de pessoas e a escravização de comunidades indígenas.

Especialistas descrevem a facção como uma "agência reguladora" do mundo ilegal, que consegue prosperar através da lealdade e de uma estrutura que não depende de controle territorial direto, o que torna o desmantelamento do grupo ainda mais complexo.

Tensão Diplomática e Classificação de Terrorismo

Diante da magnitude da organização, há pressões para que o governo dos Estados Unidos classifique o PCC como uma Organização Terrorista Estrangeira. No entanto, a medida enfrenta resistência, com o governo brasileiro manifestando-se contrariamente a essa classificação.


Referência: Informações adaptadas de G1.

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