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Sol Sertão Online
Colunista
O papa Leão XIV e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, protagonizaram um embate direto neste início de semana. Após ser classificado como "fraco" pelo republicano no último domingo (12), o pontífice rebateu a crítica nesta segunda-feira (13), afirmando categoricamente que não tem medo de Trump e que seu apelo global pela paz não constitui um ataque pessoal.
O conflito verbal ocorreu após o líder da Igreja Católica manifestar solidariedade ao povo libanês e clamar por um cessar-fogo nos conflitos do Oriente Médio.
A falta de sintonia entre Leão XIV e o presidente americano é antiga e precede a eleição do pontífice. Ainda como cardeal Robert Prevost, o líder religioso já utilizava suas redes sociais para se posicionar, de forma indireta, contra as políticas e a retórica do governo Trump.
Desde 2015, o agora papa tem manifestado críticas constantes à postura anti-imigração. Em 2016, repercutiu homilias que destacavam o medo de famílias migrantes, e em 2017 defendeu publicamente os "Dreamers" — jovens levados aos Estados Unidos ainda crianças —, condenando expressões utilizadas por Trump que, segundo líderes religiosos, incentivam o racismo e o nativismo.
As tensões continuaram mesmo em anos recentes. Em fevereiro de 2025, o papa compartilhou conteúdos críticos ao vice-presidente JD Vance sobre a interpretação do amor cristão. Já em abril de 2025, manifestou-se contra a deportação indevida de migrantes, evidenciando um distanciamento ideológico profundo entre a liderança do Vaticano e a gestão da Casa Branca.
Referência: Informações adaptadas de G1.
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