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Sol Sertão Online
Colunista
O senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) sinalizou ao presidente do PT, Edinho Silva, que não deve concorrer ao governo de Minas Gerais. A definição é aguardada com ansiedade pelo Partido dos Trabalhadores para a montagem da chapa e a estruturação do palanque do presidente Lula no maior colégio eleitoral do país.
A indicação de Pacheco sugere que o parlamentar avalia outras trajetórias profissionais, com ganhando força a possibilidade de uma eventual indicação para ocupar uma vaga no Tribunal de Contas da União (TCU). O senador estabeleceu o final de maio como a data limite para formalizar publicamente sua decisão sobre a disputa governamental.
Diante da provável desistência de Pacheco, a cúpula do PT agora busca um nome competitivo para a disputa. Entre as opções em análise estão o ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PDT), e o empresário Josué Alencar.
Josué Alencar, filho do ex-vice-presidente José Alencar, é visto como um plano estratégico viável. Filiado ao PSB de Minas, o empresário possui histórico eleitoral expressivo, tendo obtido mais de 3 milhões de votos em 2014 durante a disputa por uma vaga ao Senado.
Apesar de Pacheco ter sido a preferência inicial do PT mineiro devido ao seu desempenho em pesquisas, movimentações internas no governo alteraram a percepção sobre sua candidatura. Interlocutores de Lula apontam que desgastes recentes no Senado, especificamente relacionados à rejeição ao nome de Jorge Messias para o STF, levaram parte da gestão federal a reconsiderar o apoio ao senador mineiro, abrindo espaço para a ascensão de Josué Alencar como alternativa competitiva.
Referência: Informações adaptadas de G1.
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