
Sol Sertão Online
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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por CNN Brasil.
A Polícia Federal concluiu o segundo inquérito da Operação Sem Desconto, resultando no indiciamento de seis pessoas, incluindo o ex-presidente do INSS, Alessandro Stefanutto. A investigação apura um esquema de descontos indevidos em benefícios de aposentados e pensionistas, com desvios que podem chegar a R$ 6,3 bilhões.
Segundo a PF, Stefanutto, identificado nas investigações pelo apelido de "Italiano", teria recebido propinas mensais de R$ 250 mil. Os valores seriam movimentados por meio de empresas de fachada, como a Stelo Advogados, Delicia Italiana Pizzas e Moinhos Imobiliaria. A corporação aponta os crimes de organização criminosa e inserção de dados falsos em sistema de informação.
Além do ex-presidente, foram indiciados Virgílio Ribeiro (ex-procurador-geral do INSS), André Fidelis (ex-diretor), Aristides Veras dos Santos (ex-presidente da entidade), Thaisa Daiane (ex-secretária-geral da Contag) e Edjane Rodrigues Silva (ex-secretária da associação). O relatório final será agora encaminhado à Procuradoria-Geral da República (PGR).
A defesa de Alessandro Stefanutto informou que ainda não teve acesso à íntegra do novo indiciamento, mas afirmou que o ex-presidente jamais praticou atos ilícitos no exercício de suas funções, mantendo a convicção de que a análise dos autos comprovará a inexistência de conduta criminosa.
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