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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1. A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (18), a 9ª fase da...
Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1.
A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (18), a 9ª fase da operação Compliance Zero. A ação tem como alvos o senador e líder do Governo no Senado, Jaques Wagner, e o ex-CEO do Banco Master, Augusto Lima, investigando a relação entre ambos vinculada à rede de supermercados Cesta do Povo e ao cartão CredCesta.
A conexão entre os investigados remonta a 2018, durante a privatização da Empresa Baiana de Alimentos (Ebal), responsável pela Cesta do Povo. O processo de leilão, que resultou na arrematação da empresa por R$ 15 milhões por Augusto Lima, foi conduzido pelo então governador Rui Costa e por Jaques Wagner, que na época atuava como secretário de Desenvolvimento Econômico.
Com a compra da rede, Lima adquiriu o CredCesta, cartão originalmente destinado a servidores públicos para a compra de gêneros alimentícios. Entre 2019 e 2024, enquanto era sócio e CEO do Banco Master, o banqueiro expandiu a finalidade do cartão, transformando-o em um produto de crédito consignado disseminado por todo o território nacional.
Investigações de uma CPMI do INSS apontam que parte dos créditos oferecidos a pensionistas e aposentados não teria sido informada às autoridades ou careceria de estrutura regulamentar. Em 2025, após crise no Banco Master, Augusto Lima rompeu a sociedade e manteve o Banco Pleno, entidade derivada da operação do CredCesta.