Sol Sertão Online
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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1.
O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou que o atual surto de Ebola, causado pela rara cepa Bundibugyo, foi declarado uma emergência de saúde pública de interesse internacional. Com 220 mortes suspeitas, Tedros alertou que a situação deve piorar antes de apresentar melhoras, destacando que Uganda já soma sete casos confirmados.
Na República Democrática do Congo, a resposta sanitária enfrenta forte resistência. No último domingo, o Hospital Geral de Mongbwalu foi invadido por jovens que exigiam a liberação de corpos, resultando na evacuação emergencial de pacientes sob disparos de arma de fogo.
Outros episódios de violência foram registrados na região, incluindo o incêndio de uma tenda da organização Médicos Sem Fronteiras, que levou ao desaparecimento de 18 pessoas com suspeita da doença, e o ataque a um centro de tratamento na cidade de Rwampara.
Para conter a propagação, o governo congolês proibiu velórios e aglomerações com mais de 50 pessoas no nordeste do país. A medida baseia-se no risco de transmissão, já que corpos de vítimas permanecem altamente contagiosos, tornando obrigatório que os sepultamentos sejam realizados por autoridades sanitárias.
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