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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1. Crise no Conselho de SegurançaA incapacidade da Organização das Na...
Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1.
A incapacidade da Organização das Nações Unidas (ONU) em impedir conflitos recentes, como as guerras na Ucrânia e no Oriente Médio, coloca em xeque a eficácia do seu Conselho de Segurança. Criada em 1945 após o fracasso da Liga das Nações, a instituição adotou o poder de veto como exigência das grandes potências para integrarem o sistema internacional.
Na prática, o mecanismo permite que qualquer um dos cinco membros permanentes — grupo que inclui nações como os Estados Unidos e a Rússia — barre resoluções de segurança. Esse arranjo histórico permitiu invasões sem autorização do Conselho, a exemplo do Iraque em 2003 e da Ucrânia em 2022, evidenciando as falhas estruturais na prevenção de guerras.
Apesar das limitações políticas e de não ter sido concebida para eliminar todos os conflitos, especialistas lembram que a atuação da ONU vai muito além do Conselho de Segurança. A organização mantém atualmente 11 operações de paz ativas e presta assistência humanitária vital em zonas de crise global.
Impacto Global e Local
Além da diplomacia internacional, agências ligadas às Nações Unidas atuam em áreas essenciais como saúde, segurança alimentar, refugiados e direitos humanos. No Brasil, o sistema da ONU também se faz presente no cotidiano, como na parceria para a aquisição de vacinas por meio da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).