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Sol Sertão Online
Colunista
O ministro Nunes Marques deve ser eleito nesta terça-feira (14) como o novo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ele sucederá a ministra Cármen Lúcia, enquanto o ministro André Mendonça assumirá a vice-presidência da Corte. A mudança marca o início da transição e do planejamento estratégico para as eleições de 2026.
Indicados ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, Nunes Marques e André Mendonça formarão o novo comando do órgão. O ministro Nunes Marques avalia que a defesa da integridade do sistema de votação sob sua gestão pode conferir maior credibilidade ao processo, especialmente entre setores do eleitorado ligados ao ex-presidente.
Para garantir a eficiência do pleito, a intenção é realizar a retirada antecipada de equipamentos que apresentem falhas, evitando trocas emergenciais nos dias de votação.
Uma das novidades no protocolo de auditorias das urnas é a permissão para que os partidos políticos escolham qual equipamento será avaliado, tarefa que anteriormente era definida pela Justiça Eleitoral. Além disso, o novo presidente manifestou preocupação com os índices de abstenção, que chegaram a 20% no primeiro turno das eleições de 2022, e pretende discutir medidas para reduzir esse número.
No campo tecnológico, o ministro planeja estabelecer convênios com universidades e instituições especializadas em cibersegurança para a análise de novos protocolos de segurança da Justiça Eleitoral.
Entre as diretrizes para as Eleições 2026, destaca-se a proibição de publicar ou republicar conteúdos produzidos ou alterados por Inteligência Artificial (IA) no período entre 72 horas antes do pleito e 24 horas após a votação.
Nunes Marques também pretende ampliar a participação de povos indígenas e grupos minoritários no processo eleitoral, investindo em capacitação e na maior circulação de informações para garantir a inclusão desses cidadãos na democracia.
Referência: Informações adaptadas de G1.
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